Psicoterapia Breve

Paciente em Psicoterapia Breve

Psicoterapia Breve foi desenvolvida em resposta a pressão de longos atendimentos psicoterápicos tradicionais, o que permite análises e resultados terapêuticos tão rápidos quanto os outros métodos. Sendo por sua vez bastante eficazes o tratamento costuma ocorrer semanalmente possibilitando melhoras significativas nos primeiros meses, já que o terapeuta por sua vez trabalha com outra abordagem, sendo ativo e atuando de maneira direta e participativa.

Quando falamos em Psicoterapia, precisamos distinguir o tratamento médico da psicoterapia.

A diferença está na escolha da abordagem da psicoterapia e aqui nos reportaremos às psicoterapias breves com enfoque fenomenológico.

Falaremos, portanto, daqui a diante, não mais da relação terapêutica em geral, ou seja, da relação “médico-paciente”, mas da psicoterapia.

A relação médica caracteriza-se pela sua unidirecional idade e pelo uso de agentes intermediários, físicos, bioquímicos ou mecânicos, que são “aplicados” ao paciente que os recebe sem questionamentos, com passividade, pois ele não tem poder para participar do seu tratamento, apenas sofre a intervenção terapêutica, cabendo ao médico o trabalho de cura através dos meios por ele ordenados, ao paciente cabe apenas a função de obedecer, se submeter. O doente aqui não se figura como pessoa e sim como um mero objeto que precisa ser consertado, dependendo do saber médico e da eficácia dos seus métodos.

Psicóloga Dra. Cecília Freytas sorrindo
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Psicoterapia Breve: como funciona

Já, na relação psicoterápica, não há instrumentos ou agentes: esta relação não é mediatizada por nenhum intermediário. Seu único meio é o ambiente humano em si, numa configuração muito especial que é aquela do diálogo humano, da “conversa”, onde não intervém outras forças além da linguagem.

“Psicoterapia”, se refere, portanto, a um modo particular de encarar o ser humano e, por conseguinte, os processos de interação terapêutica, possibilitados entre duas ou mais pessoas pela mera ação da fala.

Como modalidade da psicoterapia, temos a psicoterapia breve, que tem como meta o tempo determinado de interação terapêutica, para tanto se faz uso de um foco escolhido pelo cliente, com consultas estabelecidas de doze a catorze encontros.

Mesmo em nossos tempos, encontramos perguntas ingênuas de como é possível a partir de uma simples conversa, ‘bate-papo’ com outrem, mudanças psicológicas profundas, podendo até reestruturar a personalidade, aqui percebemos o quanto cientistas, não só pessoas leigas, subestimam o poder da fala.

A fala, a linguagem, o verbo, o diálogo, caracteriza-se por estar junto a outrem, propiciando um encontro, um “estar- junto-com-outrem”. A fala é especificamente humana é o instrumento pelo qual o “ser ai”, pode revelar-se ou ocultar-se.

O grande trabalho da psicoterapia é trazer o sujeito para junto de si e fazê-lo através do distanciamento da sua subjetividade juntamente com a atuação das forças da simpatia e antipatia alternadas, refletir sobre a construção do seu ser no mundo.

Enfim, dentro da fenomenologia temos como foco principal despertar o ser para o que vive e sabe, mas que não consegue reconhecer.

Para tanto, só se torna possível esse intercambio terapêutico quando mantemos as funções egoicas integradas, um ego comprometido caracteriza outra forma de atuação terapêutica, que diz respeito ao olhar para as neuroses e psicoses que determinam as psicopatologias, que necessitam de tratamentos psicoterápicos e psiquiátricos concomitantemente.

Aqui através da intervenção e análise do psicólogo poderemos fazer as diferenciações para indicações futuras.

Portanto a psicoterapia com a abordagem fenomenológica é análoga ao artista. Num sentindo amplo como um artesão; com saber, técnica, intuição, inspiração, frutos de uma preparação paciente e metódica, da assimilação profunda de conhecimentos teóricos, técnicos e, finalmente da experiência clínica e humana em geral.

“O terapeuta adota atitudes e posturas ativas, utilizando além de intervenções que tem como objetivo o insight, outras como forma de apoio como: sugestão e educação, clarificação e aconselhamento.”

Psicoterapia breve ou Terapia breve é um tratamento psicológico que tem como especificidade a ênfase no trabalho com um foco. A maioria dos autores trabalha com um limite de tempo, definido logo de início ou depois de algumas sessões.

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